quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Creative Time Summit DC: Occupy the Future.






O Grupo de Pesquisa em Comunicação e Criação nas Mídias (CCM) do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica (COS) da PUC-SP convida para a transmissão do evento Creative Time Summit DC: Occupy the Future.

DESCRIÇÃO

O Creative Time Summit - a maior conferência de arte e transformação social do mundo - acontece em Washington, D.C., ocupando de 14 a 16 de outubro o prédio histórico do Lincoln Theatre.
Ao se instalar na capital da nação poucas semanas antes das eleições presidenciais de 2016, o Creative Time Summit DC utiliza este importante momento para considerar coletivamente o significado do que seria uma transformação radical no entendimento atual de democracia.
Teremos a presença de Alicia Garza, co-fundadora do movimento Black Lives Matter, Hans Ulrich Obrist, diretor artístico da Serpentine Galleries, o homen de frente das bandas Minor Threat e Fugazi Ian MacKaye; Haneen Zoabi, política árabe-israelense, que atualmente serve no parlamento Knesset para a coligação árabe Joint List. O colunista do Guardian e da Harper’s Thomas Frank; e a artista genderqueer Vaginal Davis, e muito mais! O Summit de 2016 oferece uma plataforma para que estratégias de cidadãos e de movimentos de minorias trabalhem juntos, assim como perturbem, políticas eleitorais.

SEXTA, 14/10/16

11h - SEÇÃO 1 - OCUPAR O PODER
O que significaria para movimentos sociais tomar o poder de fato? O que seria necessário para transformar resistência em revolução? Os palestrantes desta seção estão reavaliando as estruturas políticas atuais para produzir alternativas radicais e redistribuição do poder.
Mediação: Haneen Zoabi (Israel)
Palestrantes: Jonas Staal (Rotterdam/Amsterdam, Holanda), Peter Svarzbien (El Paso, Texas), Liberate Tate (Londres, UK) e Keyti & Xuman, Journal Rappé (Dakar, Senegal)

13h05 - CONVERSA
Com Waris Ahluwahlia (New York, NY) and Nato Thompson (Curador Chefe da Creative Time, NY)

13h25 - VIDEO
CULTURUNNERS (diáspora do Oriente Médio | http://culturunners.com/#)

13h35 - O CASO PARA O ABSURDO 1
Um século atrás, no Cabaré Voltaire, na Suíça, um movimento subversivo anti-arte se formou em resposta a devastação do que seria a 1ª Guerra Mundial. O Dadaísmo usou o absurdo e o irracional para criticar a política de seu tempo. No momento do aniversário de 100 anos do Dadá, esta seção abarca o irracional como uma espaço político produtivo.
Mediação: Hans Ulrich Obrist (Londres, UK)

15h40 - SEÇÃO 2 - FAÇA VOCÊ MESMO
Como o evento acontece no lugar de nascimento do DC hardcore - um movimento punk do início dos anos 80 com a cultura do DIY (Do-It-Yourself) - esta seção oferece uma oportunidade para destacar praticas culturais que produzem sua própria realidade econômica.
Mediação: Ian MacKaye (Washington, DC)
Palestrantes: Jun Yang (Vienna, Austria / Taipei, Taiwan / Yokohama, Japão), Eva Barois De Caevel, RAW Material Company (Paris, França), Marina Moscoso Arabía, Sofia Unanue & Cynthia Burgos López - CASA TAFT 169 and La Maraña (San Juan, Porto Rico) e JKE, Crew Peligrosos (Medellín, Colômbia).

17h45 - SEÇÃO 3 - NO CERCO
“Não atire!” “Eu não consigo respirar”. As últimas palavras, como as de Michael Brown e Eric Garner, se tornaram parte de nossa fala nos últimos anos: um resultado de diversos movimentos sociais, que tem lutado para trazer a violência para o primeiro plano discursivo. Esta seção convida artistas e ativistas para discutir o trabalho aplicado em comunidades sob ameaça imediata.
Mediação: Alicia Garza (Oakland, California)
Palestrantes: Sheila Pree Bright (Atlanta, Georgia), Joana Hadjithomas & Khalil Joreige (Beirut, Libano) e Shuddhabrata Sengupta - Raqs Media Collective (New Delhi, Índia)



SÁBADO, 15/10/16

11h10 - PERFORMANCE
Voices of A People’s History of the United States

11h40 - SEÇÃO 4 - ESTRANHO E ATUAL
Conforme a cultura contemporânea investiga suas premissas sobre gênero e sexualidade, isso se torna um olhar crítico em sua própria estrutura. A estranheza desafia a normatividade binária e desestabiliza a noção de identidade. Esta seção celebra os líderes e artistas cujo trabalho a frente da construção da estranheza nos proporciona novas maneiras de imaginar nós mesmos.
Mediação: Vaginal Davis (Berlin, Alemanha)
Andrea Bowers (Los Angeles, California), Ryan Hammond (Baltimore, Maryland), Patricia Ariza (Bogotá, Colômbia) e Sheldon Scott (Washington, DC)

15h10 - SEÇÃO 5 - ENTRA O ANTROPOCENTRO
O século XX assistiu o começo de uma nova época na Terra: o Antropocentro, caracterizado pelas mudanças geográficas e ambientais feitas pelos humanos. Esta seção convida cientistas, artistas, e ativistas para falar pelo verdadeiro protagonista no drama dos direitos humanos e da sobrevivência: o Planeta Terra.
Mediação: May Boeve – 350.org (Brooklyn, NY)
Palestrantes: Newton Harrison (Santa Cruz, CA), Terike Haapoja (Brooklyn, NY) e Nut Brother (Shenzhen, China)

17h30 - SEÇÃO 6 - DEMOCRACIA PERTURBADA
Iminente no pano de fundo do tema do evento é o espectro e a realidade das eleições nos EUA. Esta seção explora a complexidade da representação, democracia, e responsabilidade global. Dado o impacto internacional sobre nossas decisões, quais direitos e interesses são realmente defendidos pelos políticos?

Mediador: Thomas Frank (Washington, DC)
Palestrantes: Carrie Mae Weems (New York), Khalid Albaih (Qatar & Sudan), Hank Willis Thomas and Eric Gottesman - For Freedoms (New York, NY & Cambridge, MA), Pedro Reyes (Mexico City, México)



A conferência será transmitida em inglês.
Site do evento: http://creativetime.org/summit/dc-2016/
Local da transmissão: COS | PUC-SP
Endereço: Campus Perdizes, Prédio Novo, 4º andar, sala 4A-07
Informações: Vanessa Lopes - hieia@me.com



quinta-feira, 22 de setembro de 2016

RESUMO EXPANDIDO


 


1. ORDEM DOS ITENS

 

1.1. Itens de apresentação

TÍTULO

AUTOR

IDENTIFICAÇÃO (Nome do Orientador, Titulação (Doutorando ou Mestrando), data início no Programa do COS, email)

IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA:


RESUMO EXPANDIDO realizado como parte da avaliação da Disciplina do eixo fundamental: Teorias da complexidade na comunicação: culturas e poéticas das redes

Profa. Dra. Lucia Leão

Semestre: 2º/2016

Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

1.2. Resumo, Palavras-chave

1.3. Corpo do texto

Introdução e apresentação da questão da pesquisa, Objetivos, Estado da Arte, Materiais e Métodos, Relações com a disciplina cursada, Resultados e Discussão, Conclusões, Agradecimentos (indicar bolsas, apoios, etc.)

1.4. Referências


2. FORMATO

O resumo expandido deve ter no máximo oito páginas e mínimo de cinco páginas, incluindo Texto, Tabelas, Imagens, etc. Isso significa: entre 4000 e 7000 palavras.

O formato do texto deve ser:

Fonte do texto: Arial ou Verdana
Tamanho da fonte do texto: 12
Título (corpo 14)
Proporções das margens: Margem superior e esquerda: 3 cm ; margem inferior e direita: 2 cm ; parágrafo: 1,0cm a partir da margem esquerda de 3 cm.
Espaçamento entre linhas: 1,5cm
Espaçamento entre Parágrafos: Dar 2 Enter; dar 1 Enter e escrever a partir do 2º Enter.

As páginas deverão ser numeradas com formatação fim da página e no centro da página na fonte Arial 8.

As citações deverão obedecer às normas da APA ou ABNT. Escolher um sistema e ser coerente com o sistema escolhido durante toda a monografia.

O texto deverá iniciar com o TÍTULO do trabalho em letras maiúsculas, utilizando fonte ARIAL, corpo 14, em negrito, centralizado.

Não utilizar notas de rodapé no resumo expandido.

O item “Resumo” de um trabalho de “Resumo Expandido” deve ser apresentado com parágrafo único, ter no máximo de 250 palavras, frases curtas e assertivas com justificativa, objetivos, métodos, resultados e conclusões do trabalho. Deverão ser iniciados imediatamente abaixo da palavra Resumo. Não deve conter referências bibliográficas.

Em seguida ao Resumo, logo após a expressão “Palavras-chave:”, devem ser apresentadas no mínimo, três e, no máximo, seis, expressões em português relacionadas ao tema do trabalho, separadas por “ponto e vírgula”. É importante que essas palavras não repitam palavras presentes no Título da monografia.

Cada seção deve conter no máximo, 1.000 (um mil) palavras. No item Introdução é importante que o problema estudado seja apresentado de forma clara. Em seguida, deve-se apresentar a revisão de literatura. O último parágrafo desse grupo de texto deve apresentar os objetivos do trabalho.

O item Materiais e Métodos não deve exceder o limite de 1.000 (um mil) palavras.

A seção "Relações com a disciplina cursada" é o ponto mais importante da monografia. Deve retratar quais foram os conceitos e autores discutidos durante a disciplina que contribuíram para o trabalho. Esse tópico do texto deve conter argumentos, descrever com clareza os conceitos empregados, expor a contextualização de cada autor discutido e ser coerente com a pesquisa do Aluno.

Todas as Imagens, Mapas, Tabelas, Ilustrações e Gráficos devem ser identificados em sua parte inferior através de legendas. As legendas devem conter informações completas sobre a imagem apresentadas. A ordem das informações das legendas deve ser: nome da imagem; autoria; data; local; fonte. Observar que fonte não é apenas o endereço de um site ou URL. Quando necessário para o bom entendimento do texto, recomenda-se que se inclua frases explicativas sobre a imagem apresentada.

No item Conclusões, utiliza-se o verbo no presente do indicativo, em frases curtas, e é importante que se relacione aos objetivos propostos. Não exceder 200 (duzentas) palavras.

No tópico referente aos Agradecimentos são recomendadas até no máximo 50 (cinqüenta) palavras. Nessa seção é possível declarar os agradecimentos aos órgãos que concederam bolsas e auxílios ao Projeto, às instituições e às pessoas que contribuíram para o desenvolvimento do Projeto.

Na seção Referências Bibliográficas devem ser listados apenas os trabalhos mencionados no texto, em ordem alfabética do sobrenome, pelo primeiro autor. Dois ou mais autores, separar por ponto e vírgula. Os títulos dos periódicos não devem ser abreviados. A ordem dos itens em cada referência deve obedecer às normas vigentes do sistema escolhido para a monografia. (APA ou ABNT).

Vejam exemplos e mais detalhes das regras:



quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Textos das próximas aulas






SERRES, Michel, Bruno Latour (1995). “Method”. In: Conversations on science, culture, and time. Ann Arbor: University of Michigan Press.



SENNETT, Richard (2012). “The fragile balance: competition and cooperation in Nature and Culture”. In: Together: the rituals, pleasures, and politics of cooperation. New Haven, CT: Yale University Press.

Aula 3: 18/8/2016

 

Parte I

·      Comunicação e Complexidade: revisão dos conceitos da aula passada.
·      Complexidade e pesquisa acadêmica
·      Aplicando a complexidade nos estudos do campo da comunicação
·      Aplicando a complexidade à própria pesquisa: discussão mapas da pesquisa e suas relações com o campo da comunicação
·      Discussão: o uso de mapas na pesquisa acadêmica

(intervalo, 17h15 – 17h30)

Parte II

·      Seminário 1: Paradigma da complexidade na proposta de Edgar Morin Texto base: MORIN, E. (2008). Os Mandamentos da Complexidade. In: Ciência com consciência. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Comunicação e Complexidade

Disciplina :: Teorias da complexidade na comunicação: culturas e poéticas das redes

Aula 2: 11/8/2016

Tema da aula: Comunicação e Complexidade

Texto obrigatório

PETERS, John Durham (2008). “Communication, History of the Idea.” International Encyclopedia of Communication. Ed. Wolfgang Donsbach. Oxford: Blackwell, 689-693. http://bit.ly/2azIQsl


Ver também:

CASTELLS, Manuel. (2007). Communication, Power and Counter-power in the Network Society. International Journal of Communication, pp. 238–66.

CRAIG, Robert. (2008). Communication in the Conversation of Disciplines. Russian Journal of Communication, pp. 7–24.

DONSBACH, Wolfgang (2006). The identity of communication research. Journal of Communication. 56:3, pp. 437-448.

DONSBACH, Wolfgang (2008). The International Encyclopedia of Communication online. http://www.communicationencyclopedia.com/public/editor

GARCIA-JIMENEZ, L., Simonson, P., Siebers, J. Craig, R. (2012). Some foundational conceptions of communication: Revising and expanding the traditions of thought. Empedocles: European Journal for the Philosophy of Communication 4: 1, pp. 73–92.

FRANÇA, Vera Veiga (2001). Paradigmas da Comunicação: conhecer o quê? Ciberlegenda. http://www.uff.br/mestcii/vera1.htm.

MARQUES DE MELO, José (2008). O campo da Comunicação no Brasil. Petrópolis: Vozes.

MARTINO, Luiz C. (org.) (2007). Teorias da Comunicação: muitas ou poucas? Cotia: Ateliê Editorial.

PETERS, John Durham (1999). Speaking into the Air:   A History of the Idea of Communication.  Chicago and London:  University of Chicago Press. 


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Assemblage Theory (Speculative Realism), livro de Manuel DeLanda


John Durham Peters

PETERS, John Durham (2015). The marvelous clouds: toward a philosophy of elemental media. Chicago: The University of Chicago Press.

Manuel DeLanda :: teoria da assemblage

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DE LANDA, Manuel (2006). A new philosophy of society: assemblage theory and social complexity. London: Continuum.


Calendário da PUC

Pessoal

link para o calendário da PUC.

PDF

Turma 2_2016

Alunos matriculados


Alessandra de Castro Barros Marassi
Ana Paula Teixeira Guimarães Jardim
Emerson Pingarilho Martins
Erika Silva e Souza de Almeida
Estefânia Portomeo Cançado Lemos
Heron Ledon Pereira           
Jéssica Oliveira Pereira
Maria de Alcantara Machado
Mirian Aparecida Meliani Nunes
Patrícia Assuf Nechar
Rafael Augusto Montassier
Valeria Cristiane Aprobato
Victor Otávio Carvalho Marques
Victor Sancassani

Ementa disciplina :: Teorias da complexidade na comunicação: culturas e poéticas das redes

Pessoal, esse semestre estarei lecionando uma nova disciplina no COS-PUC. Envio abaixo a ementa:


PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO
Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica
Área de Concentração: Signo e Significação nos Processos Comunicacionais
Linha de Pesquisa 2: Processos de Criação na Comunicação e na Cultura

Disciplina do eixo fundamental: Teorias da complexidade na comunicação: culturas e poéticas das redes
Professor: Lucia Leão (cod.: 7253)
Semestre: 2º/2016
Horário: 5ª feira, das 16 às 18h45
Créditos: 03
Carga Horária: 225 horas


EMENTA
A disciplina estuda a contribuição das teorias da complexidade para o desenvolvimento do campo científico da Comunicação. Essas teorias enfocam a semiose como processo sistêmico que articula dimensões socionaturais, socioculturais e intersubjetivas.  A complexidade é pensada como processos atuando em conjunto, possibilitando conectar e contextualizar as estruturas e reconhecer as singularidades. Evitam-se, assim, o reducionismo que dissolve os sistemas para considerar somente suas partes e o atomismo que concebe seus objetos de maneira isolada. A disciplina enfatizará os seguintes aspectos: 1) histórico do pensamento complexo, desde a teoria da informação e as primeiras formulações da cibernética e da teoria geral de sistemas até as propostas de uma ontologia científica sistêmica; 2) rede como modo de pensamento das relações; e 3) interações do pensamento complexo com a cultura, as mídias e os processos de criação.
Em seu recorte específico, a disciplina relaciona conceitos de emergência, redes, cooperação, sistemas complexos adaptativos, cartografias colaborativas e resiliência com o objetivo de discutir processos de criação nas redes digitais. Busca-se estudar o universo das mídias e suas relações com os sistemas da cultura, em seus fluxos comunicacionais (trocas, transmissões e traduções). O conteúdo da disciplina versa sobre os temas: visões contemporâneas do conceito de emergência; dinâmicas não-lineares; abordagem dos sistemas complexos no estudo dos fenômenos culturais; mapas de complexidade; políticas da cooperação; processos criativos em rede e cartografias da cultura. O quadro teórico-epistemológico de referência envolve, entre outros: Richard Sennett, De Landa, Stengers, Leão e John Durham Peters. Em termos metodológicos, o curso é composto por aulas, discussões em grupo e seminários. A avaliação é processual e envolve: seminários, participação nas discussões em sala de aula e nas redes; redação de monografia.


Bibliografia Básica
DE LANDA, Manuel (2006). A new philosophy of society assemblage theory and social complexity. London: Continuum.
LEÃO, Lucia (2001). O labirinto da hipermídia. São Paulo: Iluminuras.
PETERS, John Durham (2015). The marvelous clouds: toward a philosophy of elemental media. Chicago: The University of Chicago Press.
SENNETT, Richard (2012). Together: the rituals, pleasures, and politics of cooperation. New Haven, CT: Yale University Press.
STENGERS, Isabelle (1997). Power and invention: situating science. Minneapolis: University of Minnesota Press.

Bibliografia Complementar
BEDAU, Mark, Paul Humphreys, ed. (2008). Emergence: contemporary readings in philosophy and science. Cambridge, MA: MIT Press.
LENOIR, Timothy (1998). Inscribing science: scientific texts and the materiality of communication. Palo Alto: Stanford University Press.
MAINZER, Klaus (1994). Thinking in complexity: the complex dynamics of matter, mind and mankind. Berlin: Springer.
RIFKIN, Jeremy (2009). The empathic civilization: the race to global consciousness in a world in crisis. New York: J.P. Tarcher/Penguin.
SERRES, Michel, Bruno Latour (1995). Conversations on science, culture, and time. Ann Arbor: University of Michigan Press.


sábado, 19 de março de 2016

LINKS :: Periódicos, sistemas, portais, notícias a respeito de publicações científicas


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CCM :: Grupo de Pesquisa em Comunicação e Criação nas Mídias :: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/0123760573081386

Classificação dos periódicos avaliados pela Capes na área de comunicação :: http://compos.org.br/periodicos.php

CNPq :: www.cnpq.br

Compós :: www.compos.org.br

COS-PUC :: Programa de Comunicação e Semiótica PUC :: http://www.pucsp.br/pos-graduacao/mestrado-e-doutorado/comunicacao-e-semiotica

Digital Humanities Quarterly (DHQ) :: http://www.digitalhumanities.org/dhq/

ECREA :: European Communication Research and Education Association ::  http://www.ecrea.eu

EDANZ :: Journal Selector :: https://www.edanzediting.com/journal-selector

Fapesp :: www.fapesp.br

Fibreculture Journal :: http://fibreculturejournal.org/


IAMCR :: International Association for Media and Communication Research :: http://www.iamcr.org

ICA :: The International Communication Association ::  http://www.icahdq.org/

International Journal of Communication :: http://ijoc.org/index.php/ijoc

ISEA :: Inter-Society for the Electronic Arts :: http://www.isea-web.org/

Journal of Latin American Cultural Studies: Travesia :: http://www.tandfonline.com/loi/cjla20


MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. A comunicação científica e o movimento de acesso livre ao conhecimento. Ci. Inf.,  Brasília ,  v. 35, n. 2, p. 27-38,  Aug.  2006 .   Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_a

New Media and Society :: http://nms.sagepub.com/


Portal de Artigos Open Access em Ciências da Comunicação :: http://iamcr.org/open-access-journals

Portal da Produção Científica em Ciências da Comunicação :: www.univerciencia.org

Portal dos periódicos segundo avaliação Qualis da Capes ::  www.periodicos.capes.gov.br e https://qualis.capes.gov.br/


Revista e-compos :: www.e-compos.org.br

Revista Galaxia :: www.revistas.pucsp.br/galáxia

Revista Brasileira de Ciências da Comunicação Intercom ::   http://www.portalintercom.org.br/publicacoes/revista-intercom/revista-intercom-apresentacao


SBPJOR :: Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo :: www.sbpjor.org.br



Sistema de busca de publicações e bibliotecas ::  http://www.worldcat.org/

Site PUC-SP :: http://www.pucsp.br/

SOCINE :: Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual :: http://www2.socine.org.br/



The Global Media Journal :: http://www.globalmediajournal.com

ZKM ::  Center for Art and Media in Karlsruhe :: http://zkm.de/en







sexta-feira, 11 de março de 2016

Five Hat Racks - InfoVis:Wiki

Five Hat Racks - InfoVis:Wiki



5 modos de organizar a informação



Segundo Wurman (Information Architects), os cinco modos, também conhecidos por LATCH, são:

L- location, A- alpahbet, T- time, C- category, H- hierarchy

quinta-feira, 10 de março de 2016

Roteiro de Tópicos para o Projeto de Pesquisa


ROTEIRO PARA ELABORACAO DO PROJETO DE PESQUISA


O projeto a ser entregue para a disciplina deve ser realizado segundo o roteiro descrito a seguir. Observem que durante o semestre teremos um plano de trabalho e a avaliação final irá contemplar os exercícios realizados. O modelo de projeto que iremos adotar, com algumas modificações, é baseado nas normas da FAPESP. O documento final, em linhas gerais deve contemplar os seguintes itens:

Resumo e palavras-chave (máximo 20 linhas)
-       verificar modelo no site do COS
-       respeitar estrutura lógica
-       fazer pesquisa cuidadosa para escolha das palavras-chave

Introdução, composta por:
-       apresentação do tema da pesquisa
-       apresentação da construção do problema de pesquisa
-       apresentação da fundamentação teórica

Justificativa, composta por:
-       Síntese do estado da arte
-       Síntese da bibliografia fundamental
-       Apresentação do diferencial da pesquisa, suas aplicações na sociedade, etc.

Objetivos

Plano de trabalho e cronograma de execução

Material e métodos
-       apresentação dos métodos escolhidos para a pesquisa com justificativa
-       apresentação dos materiais escolhidos para a pesquisa com justificativa
 
Referencias