domingo, 19 de março de 2017

Paradigmas da Comunicação

VEIGA FRANÇA, Vera. Paradigmas da Comunicação : conhecer o quê?. C-legenda, [S.l.], n. 05, jan. 2001. ISSN 1519-0617. Disponível em: <http://www.ciberlegenda.uff.br/index.php/revista/article/view/314/195>. Acesso em: 19 mar. 2017.

Metodologia e práticas da pesquisa em comunicação



O e-book Pesquisa em Comunicação: Metodologia e Práticas Acadêmicas, publicado pela Editora Universitária da PUCRS e organizado por Cláudia Peixoto de Moura e Maria Immacolata Vassallo de Lopes, foi lançado em junho e está disponível para leitura e download, gratuitamente, em http://goo.gl/xdQESw. A coletânea reúne textos de docentes das disciplinas curriculares que abordam aspectos de metodologia da pesquisa nos nove Programas de Pós-Graduação em Comunicação com notas 6 e 5 na última avaliação trienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior‎. Sua finalidade é congregar os pesquisadores de referência para uma formação qualificada de novos investigadores em Comunicação.

(via: Portal Intercom: http://bit.ly/2nAvYHA)

Texto próxima aula

BRAGA, José Luiz. Para começar um projeto de pesquisa. Comunicação & Educação, São Paulo, v. 10, n. 3, p. 288-296, dec. 2005. ISSN 2316-9125. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/37542>. Acesso em: 19 mar. 2017. doi:http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v10i3p288-296

RESUMO DE PESQUISA


PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO
Pós-graduação Stricto Sensu
PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA


RESUMO DE PESQUISA


O presente documento tem por finalidade reunir os principais indicadores metodológicos para a elaboração de um Resumo de pesquisa, válido tanto para Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado, quanto para Memoriais de Exame de Qualificação. Os elementos são os seguintes:

a) O título e o subtítulo devem sintetizar, de modo claro, objetivo e representativo, a questão ou problemática científica que motiva a pesquisa. Devem-se evitar títulos metafóricos e/ou ambíguos. Títulos-fantasia devem ser reservados ao formato livro, caso o trabalho venha a ser publicado.
b) O resumo, deve abordar todos os itens de um projeto de pesquisa, a saber: problema de pesquisa, estado da arte, hipóteses, objetivos, delimitação, justificativa, quadro teórico e metodologia. Nos próximos itens são detalhados alguns aspectos específicos.
c) Ao detalhar a base metodológica da pesquisa o resumo deve indicar os autores e teorias que foram fundamentais para dar conta dos vários objetivos e etapas da pesquisa. Quais as bases teóricas de análise e interpretação? Como a pesquisa se liga ao estado da arte do campo da Comunicação no Brasil e no exterior, principalmente no que se refere à subárea em que se insere o trabalho?
d) Definir o corpus de análise e interpretação, demonstrando sua relevância à luz da questão ou problemática proposta. Essa explicitação deve incluir o período de análise.
e) Apresentar as conclusões alcançadas durante o processo de pesquisa. Convém salientar, nesse âmbito, a especificidade desta, sobretudo no caso do Doutorado. Por exemplo: houve resultados novos, encaminhamentos relevantes para a área, aspectos que merecem destaque?
f) Os conceitos fundamentais da pesquisa devem ser definidos na primeira vez em que forem utilizados.
g) Devem ser evitados: parágrafos, frases negativas, símbolos e contrações não-usuais, fórmulas, diagramas e demais elementos dispensáveis a um discurso de síntese.
h) O resumo deve ter, no máximo 2000 caracteres com espaços, ser redigido em fonte Times New Roman, corpo 12, em espaçamento simples.
i) Palavras-chave: recomendam-se no máximo seis. Palavras-chaves não devem ser escolhidas de modo idiossincrático, pois são marcadores que abrem campos semânticos de investigação, por meio dos quais outros pesquisadores tomarão conhecimento da pesquisa.


quinta-feira, 16 de março de 2017

Cogitamus

Texto aula dia 16 de março de 2017










LATOUR, Bruno. (2016). Cogitamus: seis cartas sobre as humanidades científicas. Trad. Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Ed.34.

[Original: LATOUR, Bruno. (2010). Cogitamus: six lettres sur les humanités scientifiques. Paris, La Découverte.]

Discussão sobre: “Primeira carta”. (p.9-36)

sexta-feira, 3 de março de 2017

Ementa Disciplina :: Seminário de Pesquisa

Seminário de Pesquisa II (cód. disciplina: P05507)
Professor: Lucia Leão (cód.: 7253)

Área de Concentração: Signo e Significação nos Processos Comunicacionais
Linha de Pesquisa 2: Processos de Criação na Comunicação e na Cultura
Semestre: 1º/2017
Horário: 5ª feira, das 16 às 18h45
Créditos: 03
Carga Horária: 225 horas

Ementa:
O seminário busca discutir o papel da epistemologia e da arqueologia do
conhecimento nas Ciências Humanas e, em particular, nas Ciências da
Comunicação, esclarecendo o objetivo da teoria e da pesquisa no desenvolvimento
da área. Com a inserção dos projetos discentes em cada Linha de Pesquisa do
Programa, serão discutidos os passos para aprimoramento e aprofundamento
dessas propostas de estudo no âmbito mais amplo da Comunicação como campo
científico de saberes, enfatizando‐se seu caráter transdisciplinar e suas interfaces
específicas com ciências afins. Cada projeto será considerado com base nos
seguintes itens: tema e estado da arte, objeto e corpus, problema de pesquisa,
objetivos, hipóteses, justificativa, quadro teórico, metodologia, bibliografia e
normas da ABNT.
A disciplina tem por objetivo instrumentalizar o aluno na elaboração de seu
projeto de pesquisa assim como estimular leituras críticas de textos de
fundamentação teórica e promover reflexões em grupo. Em relação à linha de
pesquisa, a disciplina busca compreender o universo das mídias e suas relações
com os sistemas da cultura. As práticas culturais serão estudadas em seus fluxos
comunicacionais (trocas, transmissões e traduções). As discussões são
fundamentadas a partir do paradigma da complexidade, criação enquanto
processo em rede e métodos da arqueologia das mídias. O conteúdo da disciplina
versa sobre os temas: construção do problema da pesquisa, revisão bibliográfica
e estado da arte, fundamentação teórica, definição de objetivos, materiais e
métodos, escrita científica e formatação. O quadro teórico‐epistemológico de
referência envolve, entre outros, Peirce; Foucault; Deleuze e Guattari; Agamben;
Leão e Salles. Em termos metodológicos, o curso é composto por aulas, discussões
em grupo e seminários. A avaliação é processual e envolve: seminários, leituras,
participação nas discussões em sala de aula e nas redes online; redação final e
apresentação do projeto.

Bibliografia Básica
AGAMBEN, Giorgio (2009). The signature of all things: on method. New York, Zone
Books.
FOUCAULT, Michel (2004). A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense
Universitária.
HERTZ, G. E J. Parikka (2012). ‘Zombie Media: Circuit Bending Media Archeology
into an Art Method’, Leonardo, October 2012, Vol. 45, No. 5: 424‐430.
LEÃO, Lucia (2011). Paradigmas dos processos de criação em mídias digitais: uma
cartografia. Virus, v. 6, p. 05‐27.
PEIRCE, Charles Sanders (1998). The Architecture of Theories. In: Browning, D.,
William T. Myers. Philosophers of process. New York: Fordham University Press.

Bibliografia Complementar
BENJAMIN, Walter (1986). Reflections: Essays, Aphorism and Autobiographical
Writings. New York: Schocken Books.
DALLOW, Peter. (2003). Representing Creativeness: Practice‐Based Approaches
to Research in the Creative Arts. Art, Design and Communication in Higher
Education 2(1).
DELEUZE, G., GUATTARI, F. (1992). O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34.
GALLOWAY, Alexander R, Eugene Thacker, McKenzie Wark (2013).
Excommunication: Three Inquiries in Media and Mediation. Chicago: The
University of Chicago Press.
LEÃO, Lucia; Salles, Cecilia (2011). A pesquisa em processos de criação: três
perspectivas. In: 20º Encontro Nacional da Anpap: Subjetividade, utopias e
fabulações, Rio de Janeiro.